Lactimonte empresa certificada: ISO 22000:2018

Desde junho 2021 que a Lactimonte tem a certificação da ISO 22000:2018 para a unidade de produção.

 

Esta certificação significa que são cumpridos os requisitos de um sistema de gestão da segurança de alimentos, e incorpora os elementos de Boas Práticas de Fabricação (BPF) e Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC). A Lactimonte preenche todos estes requisitos relativos à segurança de alimentos, desde a recolha, ao processamento, transporte e embalamento dos seus produtos! Esta certificação é reconhecida em todo o mundo!

 

 

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Segredos dos queijos

O princípio básico de fabricação de queijo é simples:

(a) separa-se o leite em coalho e soro;

(b) drena-se o soro;

(c) aplica-se pressão sobre o coalho para retirar ainda mais soro;

(d) coloca-se a massa de queijo para maturar

Parece realmente muito simples, mas então por que há tantos queijos e com características tão diferentes? Isso acontece porque o produtor de queijo tem que tomar uma série de pequenas decisões em cada fase do processo, somando as características da natureza local que não podem ser controladas.

A primeira decisão passar pelo tipo de leite. Cada um tem sua própria estrutura física específica, dando resultados ligeiramente diferentes durante a fabricação de queijos. Não só o leite pode ser de um animal diferente (e é possível fazer queijo com qualquer leite), como a raça do animal também trará características diferentes na matéria-prima.

Os leites são compostos de água, proteína, gordura e lactose, e cada tipo ou raça de animal terá um leite com uma diferente proporção destes elementos.

O ambiente local, juntamente com as questões culturais que o produtor adiciona, ou remove através da pasteurização, decidirá a composição microbiológica do queijo. A microflora do leite terá impacto na maneira como o queijo se desenvolve, não apenas durante a primeira mudança do leite para a coalhada e o soro, mas também durante a maturação do queijo.

A mola para a mudança de líquido para sólido é uma combinação da temperatura certa e acidez, que pode ser ajudada pelo uso de coalho, do qual existem vários tipos.

A quantidade de húmidade removida da coalhada determinará não apenas a textura do queijo acabado, mas também como o queijo interage com a microflora dentro da coalhada à medida que ela amadurece.

Como o queijeiro trata a casca do queijo, e onde e como os queijos são armazenados durante a fase de maturação, permite atingir muitos sabores e texturas diferentes.

Lactimonte, a tradição que vem de longe!

 

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Já aqui falámos sobre quanto tempo dura o queijo no frigorífico consoante a sua dureza. A verdade é que congelar este alimento pode ser uma alternativa a tê-lo durante longos períodos no frigorífico. Mas atenção, deve fazê-lo da melhor forma para que o queijo continue comestível quando o retirar do congelador.

Antes de o congelar, corte o queijo em pequenas porções e enrole-o bem em papel aderente. Depois, para evitar que o lacticínio entre diretamente em contacto com o gelo ou que o sabor se misture com o de outros alimentos, coloque-o dentro de um saco de plástico.

Quando o quiser descongelar, retire o queijo do congelador e deixe-o durante 24 a 48 horas no frigorífico antes de o consumir. É normal que repare numa mudança na textura original do queijo, mas certamente continuará saboroso. Ainda assim, o mais aconselhável é que utilize o queijo previamente congelado para cozinhar (espreite as nossas sugestões).

Não é recomendado que mantenha o queijo no congelador durante mais de seis meses, sendo este o limite de tempo máximo. Para além disso, a aplicação desta técnica dependerá, tal como no caso do frigorífico, da dureza do queijo. Os queijos mais rijos (como o queijo curado) serão mais fáceis de conservar, ao passo que, no caso dos mais “cremes” (como o queijo fresco), o melhor é não o colocar no congelador.

Fonte: Notícias ao Minuto / Pure WoW

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Curiosidades do Mundo dos Queijos

Da historia do queijo aos queijos “especialíssimos”. Oito curiosidades do Mundo dos Queijos.

1. O queijo nasceu na Mesopotâmia há mais de 8 mil anos. E, apesar de existirem várias teorias sobre sua origem, dentro do templo da deusa da vida Ninchursag (Mesopotâmia) está o primeiro documento gráfico da história que representa a produção de queijo.

2. A primeira fábrica de queijo foi inaugurada na Suíça em 1815, pois até então eram feitos em casa e com uma finalidade prática, a de evitar estragar o excedente de leite.

3. Mas, a  Grécia é o país onde o queijo é mais consumido no mundo, com mais de 37 quilos por habitante, por ano.

4. O maior produtor de queijo do mundo é os Estados Unidos. Este país concentra 30% da produção mundial, com mais de 4 300 toneladas por ano. Logo a seguir aparece a ela Alemanha, com uma produção de mais de 1 900 toneladas.

5. Os espanhois também são grandes apreciadores de queijo. Por exemplo, escritor Miguel de Cervantes era um amante de queijo. Prova disso é que o queijo é mencionado em diversos pontos da sua obra “D. Quixote”.

6. O queijo mais caro do mundo é o Pule e é feito na Croácia. O seu preço pode chegar a mil euros por quilo. É feito nos Balcãs com um leite de uma raça especial de burros, dos quais restam apenas 100. Mas, para obter um quilo de queijo Pule são necessários 25 litros de leite.

7. No Reino Unido é produzido o White Stilton Gold. Trata-se de uma edição especial do Stilton Branco, que é feita apenas em datas especiais como o Natal. A sua preparação inclui lascas de ouro amarelo comestíveis, e é por isso que os britânicos lhe chamaram “o rei dos queijos”. O preço por quilo ultrapassa os 700 euros.

8. Qualquer leite é usado para fazer queijo: vaca, cabra, ovelha, burro, búfalo e até mesmo alce. Na Suécia é feito um queijo exclusivo e único com leite de alce, que é ordenhado por mais de duas horas seguidas. É também um dos queijos mais caros do mundo, cerca de 980 euros por quilo.

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2020 – A consagração da marca no Prémio Cinco Estrelas

 

O Prémio Cinco Estrelas é um sistema que avalia e mede o grau de satisfação de produtos, serviços e  marcas portuguesas, tendo como critérios  as cinco principais variáveis que influenciam a decisão de compra dos consumidores: Satisfação pela experimentação, relação Preço – qualidade, Intenção de compra ou recomendação, Confiança na marca e Inovação.

 

É uma certificação baseada numa metodologia  rigorosa, e identifica o melhor que existe no mercado ao nível de produtos, serviços e marcas. O símbolo no produto, serviço ou marca, tem a garantia de que o mesmo foi testado por consumidores ou por profissionais e foi considerado muito, mas muito bom e por isso é um produto “Cinco  Estrelas”.

Em, 2020 realizou-se uma nova edição do prémio com um evento na LX Factory em Janeiro de 2020. Foram anunciadas as marcas consideradas pelos consumidores portugueses como extraordinários, realmente Cinco Estrelas.

O elevado nível de exigência da metodologia Cinco Estrelas destacou assim 119 vencedores, entre os 952 marcas avaliadas organizadas em 171 categorias.  A Lactimonte ganhou o prémio na categoria Alimentação.

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Lactimonte…

Uma história de Paixão.

Uma história de Família.

Uma aventura que começou há 40 e já cruzou gerações.

Lactimonte, a tradição que vem de longe!

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No passado dia 1 de maio, a Lactimonte associou-se ao Clube Desportivo e Recreativo de Montemuro (CDR) no 12º Passeio Pedestre de Montemuro.

A Lactimonte distribuiu queijos curados para todos os cerca de 100 participantes nesta iniciativa.

O Passeio Pedestre de Montemuro promove o convívio entre os habitantes desta localidade, através de uma caminhada pelos trilhos desta zona.

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O queijo faz bem à saúde e… sabe bem. Por isso, é natural que o queira introduzir na sua dieta diária, seja nas grandes refeições ou nos lanches que faz durante o dia.

Se consome este lacticínio regularmente, provavelmente já lhe aconteceu encontrar um pedaço de queijo perdido no seu frigorífico. Mas há quanto tempo lá está? Será que ainda o pode comer?

Fique a saber o que os especialistas dizem sobre a validade do queijo.

Queijos duros

A dureza do queijo traduz-se também na resistência/duração do mesmo. Quer isto dizer que os queijos mais duros são aqueles que aguentam mais tempo no frigorífico.

Estes queijos podem durar entre seis semanas (se abertos) a seis meses (selados na embalagem) dentro do seu frigorífico. Quem o diz é a Tasting Table, uma agência norte-americana de media digital.

Alguns exemplos de queijos duros são o Parmesão, o Pecorino e o Cheddar.

Queijos semi-duros

Quando falamos em queijos semi-duros referimo-nos a variedades como o Emmental e o Edam.

É comum aparecer algum bolor neste tipo de queijos quando estão algum tempo no frigorífico. Contudo, não se preocupe porque continuam comestíveis.

Segundo o guia de validade de alimentos Still Tasty, estes queijos podem durar até três semanas no frigorífico. Em alternativa, estes podem também ser congelados durante cerca de dois meses.

Queijo creme

O queijo creme é o menos resistente. A dificuldade em conservá-lo durante muito tempo deve-se à humidade que lhes é característica, uma vez que esta propicia o surgimento de bactérias.

Este tipo de queijo deve ser consumido, no máximo, até duas semanas depois de ter aberto a embalagem. No entanto, caso detete algum bolor, não ingira o alimento, pois poderá causar-lhe algum distúrbio digestivo.

Embora seja pouco aconselhável, poderá também congelar esta variedade de queijo, sendo que o sabor do produto poderá deteriorar-se.

Fonte: Notícias ao Minuto

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Neste Dia Internacional da Mulher queremos felicitar todas as mulheres do mundo. E para assinalar esta data, vamos sortear um cabaz de queijo curado Lactimonte, feito especialmente a pensar em si!

Para participar basta completar a frase “Ser mulher é…” e deixar a sua sugestão nos comentários da nossa publicação no Facebook. A participação é aberta a todos e o sorteio termina a 14 de março. No final, a frase com mais likes será a vencedora!

Apresse-se a participar e a partilhar a sua frase com os seus amigos!

Regras e outras informações:

  • A participação no sorteio é limitada a Portugal (continental e ilhas);
  • O sorteio tem início a 8 de março 2019 e termina a 14 de março de 2019;
  • O vencedor será anunciado no dia 15 de março de 2019;
  • Se duas frases tiverem o mesmo número de likes, procederemos a um sorteio aleatório.

Lactimonte, a tradição que vem de longe!

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Na Lactimonte voltamos a receber a prova da qualidade dos nossos produtos ao sermos escolhidos pelos consumidores como Sabor do Ano. O nosso Queijo Fresco e os nossos Requeijões, com doce de Abóbora e com Doce de Frutos Vermelhos, foram, mais uma vez, provados e aprovados.

Pela 4ª vez consecutiva a empresa de queijos, que comemora este ano 40 anos de existência, sempre nas mãos da família de Fernando Marques, recebeu este galardão.

Pedro Marques, diretor-geral da empresa, recebeu o prémio e referiu a importância do amor e da paixão com que são produzidos os queijos da Lactimonte, onde a qualidade é sempre posta em primeiro lugar.

O Sabor do Ano é uma distinção atribuída por um conjunto de 80 consumidores comuns que provam e aprovam os produtos em laboratório, num teste cego. Os critérios de avaliação são o sabor, textura, odor, aspeto e a satisfação global.

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Uma ida às compras pode ter um sabor diferente e a Lactimonte aposta nisso.

Recentemente estivemos com os nossos queijos nas Caldas da Rainha, onde o supermercado E.Leclerc nos acolheu.

Fique atento, pois quando menos esperar, pode encontrar-nos e provar o verdadeiro sabor a queijo em um qualquer ponto de venda em todo o país.

As nossas ações de degustação vão continuar a percorrer Portugal.

Lactimonte, tradição que vem de longe!

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Pelo segundo ano consecutivo, recebemos o prémio Sabor do Ano! Fomos premiados com o Sabor do Ano 2017 no Queijo Fresco, Queijo Curado, Requeijão com doce de Abóbora e Requeijão com Doce de Frutos Vermelhos! Provado e aprovado pelos nossos consumidores!

Lactimonte, A Tradição que vem de longe!

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A Lactimonte irá marcar presença na edição XXVIII do Fexpomalveira de 10 a 15 de Agosto. Venha conhecer e provar os nossos Queijos Lactimonte!

Esperamos por si com diversas surpresas!

Lactimonte, Tradição que vem de Longe!

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Hoje a Lactimonte esteve presente no Correio da Manhã TV, onde deu a conhecer a sua origem, história e produtos!

Veja a reportagem completa em http://videos.sapo.pt/HyFONpNrIateBP7AFfG5

Tradição que vem de longe!

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O selo sabor do Ano 2016 em parceria com o Centro Comercial Alegro Setúbal irá realizar três workshops temáticos. Estes workshops, terãao a participação dos 50 produtos distinguidos pelo Sabor do Ano 2016.

Este evento será já no próximo dia 26 de março.

Contamos com a sua presença!

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A Lactimonte foi premiada com o selo de Sabor do Ano de 2016

Aprovado Sabor do Ano, provado e aprovado por consumidores, no Queijo Fresco, Queijo Curado e Requeijão!

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É com enorme orgulho que recebemos o prémio Sabor do Ano 2016! Queremos agradecer a todos os nossos colaboradores, fornecedores e clientes, pois sem eles a Lactimonte não tinha conseguido.

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Hoje a Lactimonte lança o seu novo site, mais moderno e cheio de novidades, entre elas receitas com os nossos queijos.
Visitem e explorem!

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Aproxima-se o final de mais uma agradável tarde de Verão e nada como um saboroso queijo Lactimonte para aguçar o seu apetite.

Seja fresco ou cremoso, faz as delícias de quem o prova.

Lactimonte, A Tradição que vem de Longe!

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Stand da Lactimonte na tradicional corrida Os Kms Mais Loucos, que se realiza todos os anos na zona de Mafra, onde a Lactimonte faz questão de estar sempre presente.

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Há quem diga que a arte de fazer queijo tem mais de 10 mil anos, tendo sido apreciada por vários povos, desde os Assírios aos Gregos e Romanos. Como tal, à medida que a tradição foi atravessando as gerações, foram também surgindo alguns mitos sobre este lacticínio, que hoje conseguimos facilmente desmitificar através das descobertas científicas.

Neste artigo apresentamos-lhe cinco curiosidades que provavelmente desconhece sobre o queijo:

1. Ajuda a prevenir a osteoporose

A osteoporose é uma doença causada pelo défice de cálcio nos ossos, sendo mais frequente em mulheres na menopausa, idosos e crianças que sofrem de desnutrição.
Ora, os produtos lácteos, ricos em cálcio e proteína, constituem-se como fontes ideais de nutrientes para a saúde óssea. É neste sentido que um estudo da Universidade de Florença mostrou que uma alimentação rica em lacticínios – tendo em conta as suas propriedades e nutrientes – pode reduzir em 50% o risco de contrair esta doença.

2. Não o torna mais esquecido

Provavelmente já ouviu a expressão popular portuguesa “comes muito queijo”. Esta afirmação é utilizada quando queremos dizer a alguém que é muito esquecido ou que tem má memória. Trata-se, portanto, de uma relação de causalidade que se acreditava existir entre comer queijo e a falta de memória.
Existe inclusivamente uma obra do padre Manuel Bernardes, Nova Floresta, que faz referência a esta crença: “Há também memória artificial da qual uma parte consiste na abstinência de comeres nocivos a esta faculdade, como são os lacticínios, carnes salgadas, frutas verdes e vinho sem muita moderação (…)”.
Contudo, a verdade é que diversos estudos sobre a memória e a nutrição revelaram que o queijo não só não prejudica a memória, como contém cálcio e fósforo, essenciais para o trabalho cerebral.

3. Acelera o metabolismo

Já mostrámos anteriormente que o queijo beneficia o metabolismo e a saúde em geral. Para que não restem dúvidas, uma outra investigação publicada no Journal of Agricultural and Food Chemistry mostrou que os indivíduos cujas dietas são ricas em queijo ou leite apresentam maiores níveis de butirato (ácido gordo produzido pelas bactérias do estômago). Por sua vez, este elemento tem um papel fundamental para a diminuição dos níveis de colesterol mau (LDL).
Apesar da relação do butirato com a perda de peso ainda não ter sido totalmente descoberta, alguns estudos em animais revelaram que este ácido aumenta o gasto de energia e acelera o metabolismo.

4. Os ratos não gostam

Neste momento deve estar a sentir-se enganado. Afinal, os desenhos animados que vimos durante a infância sempre nos fizeram acreditar que a melhor forma de atrair um rato seria colocar um pedaço de queijo numa ratoeira. Mas, na vida real, esta técnica não funciona.
Em 2006, um estudo da Universidade Metropolitana de Manchester mostrou que os ratos não só não gostam de queijo, como o evitam. Segundo as conclusões da investigação, estes animais não se sentem atraídos pelo cheiro do queijo, preferindo grãos de cereais e restos de fruta e de comida humana.

5. Aumenta a longevidade e combate o cancro

Uma experiência com ratos em laboratório levada a cabo pela Universidade do Texas determinou que o consumo de espermidina, um composto que pode ser encontrado em alguns queijos, diminuiu a probabilidade de desenvolvimento de cancro e aumentou em 25% a longevidade destes animais.

Fonte: Sapo LifeStyle

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